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Hospital Lifecenter

Blog

Pedra na vesícula: como ela afeta a digestão


Postado em 12/05/2021




A pedra na vesícula é um problema que atinge cerca de 20% da população mundial. Apesar do tamanho reduzido, esse órgão influencia muito o processo de digestão. As alterações causadas pelas pedras, também conhecidas como cálculos biliares, podem trazer grande desconforto e exigem tratamento especializado. Mas, em muitos casos, são assintomáticas.

O que é a vesícula?


A vesícula biliar é o órgão que armazena a bile, produzida pelo fígado para a digestão dos alimentos ricos em gordura. Durante esse processo, ela armazena a substância e se contrai para expelir na hora que é necessária. Ou seja, até que o fígado precise da bile, ela fica na vesícula. Quando ela se contrai, expulsa o líquido para o intestino delgado. 

A bile é formada por diferentes substâncias que auxiliam o processo de digestão. Entre elas a água, os pigmentos, o bicarbonato de sódio, sais e colesterol.

Como a pedra na vesícula se forma?


A formação da pedra na vesícula é, normalmente, causada pelo excesso de colesterol. Quando o fígado libera essa substância mais que o normal, ela forma cristais que impedem o fluxo dos dutos biliares, causando interrupção do funcionamento normal da digestão.

É importante notar que, mesmo que menos comuns, alguns cálculos biliares são formados pelo excesso de pigmentos, não de colesterol. Mesmo assim, podem causar sintomas e grande desconforto no paciente.

Detecção da pedra na vesícula


Não existe um exame específico para detecção de cálculos biliares. Principalmente porque cerca de 80% dos casos não apresentam sintomas. No entanto, a ultrassonografia abdominal é 95% eficiente nessa detecção.

Tanto se feita por rotina quanto a partir de queixas como dores abdominais, inchaço e cólicas após refeições, ela pode acusar a formação dos cristais na vesícula. Há outros exames que podem ser realizados, como Ultrassonografia endoscópica (EUS), para a detecção de cálculos ainda reduzidos; Ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC) e Colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM). Também são realizados exames de sangue para detectar se os cálculos podem ter causado complicações no funcionamento hepático.

Se você tem dúvidas em relação a sintomas durante a digestão, é importante investigar se não há algo impedindo que ela funcione corretamente. Temos excelentes especialistas que atendem em nossa Central de Consultas, inclusive médicos gastroenterologistas, responsáveis pelo sistema digestivo.

 
É possível agendar consultas médicas no Hospital Lifecenter por meio do Whatsapp (31) 9 9890-9916 e pela internet (clique aqui), além da tradicional opção pelo telefone (31) 3279-2222.

Fatores de risco: o que leva à pedra na vesícula?


Os pequenos cristais são formados por duas substâncias em excesso: o colesterol e a bilirrubina (substância decorrente das hemácias do sangue que dá cor à bile). Os casos relacionados ao colesterol são mais recorrentes.

Existem diferentes fatores que agravam o risco de ocorrência do problema.


  • Predisposição genética




Se pessoas de sua família tiveram casos de pedra na vesícula, é importante atentar-se para os sintomas: o risco aumenta em 2x para casos de parentes em 1º grau.


  • Idade




Pessoas acima de 40 anos têm mais risco de desenvolver cálculos biliares em até 4 vezes. É bastante incomum em pessoas jovens.


  • Sexo




Mulheres são pacientes mais frequentes que apresentam queixas de pedra na vesícula. É possível que esse risco esteja relacionado à ação do estrogênio na bile. Outros riscos associados são: gestação, reposição hormonal e uso prolongado de anticoncepcionais.


  • Diabetes e hipertensão




A presença dessas condições afeta diferentes áreas de funcionamento do corpo, inclusive a digestão. As alterações metabólicas nestes pacientes impactam a ação da bile e podem levar à interrupção dos canais.


  • Alimentação e estilo de vida




Uma dieta rica em gordura pode elevar as taxas de colesterol prejudicial (LDL). O mesmo pode ser dito de uma dieta pobre em fibras, que não promove o aumento do colesterol positivo (HDL). 

Um estilo de vida sedentário afeta o metabolismo e a digestão. Pode também levar à obesidade, outro fator de risco associado aos cálculos biliares. Já a perda de peso muito rápida está relacionada à formação dos cristais na bile.

Esses são alguns dos fatores que devem ser considerados na análise do risco de desenvolvimento de pedra na vesícula. No entanto, como na maior parte dos casos elas são assintomáticas, é importante manter os exames em dia para detectar qualquer alteração.

Sintomas das pedras na vesícula


Uma pedra na vesícula começa a ser notada quando ela fica muito grande. Os pequenos cálculos podem ser eliminados inclusive nas fezes e passarem despercebidos pelo paciente. Já quando eles são cristais maiores, impedem a passagem da bile pelos dutos e isso acarreta em dores.

São dores súbitas e fortes após refeições, no abdômen e nas costas, entre as omoplatas, às vezes acompanhadas de náusea. Conhecidas como cólicas biliares, geram grande desconforto ao paciente.

Complicações das pedras na vesícula


Existem três principais riscos sérios da existência de pedras na vesícula. Um deles é a estagnação da bile nos dutos, que pode levar à reabsorção dela pelo fluxo sanguíneo. Pode acarretar em icterícia, doença caracterizada pela coloração amarelada da pele.

Outro risco grave é a chance da bile estagnada ser contaminada por alguma bactéria do intestino. Esse quadro pode, inclusive, levar à sepse fatal.

Já a pancreatite pode ter como origem a vesícula. Quando a pedra impede a saída do duto do pâncreas, ela pode evoluir para uma pancreatite aguda.

Cirurgia, sim ou não?


Quando há esses episódios de dor intensa, de caráter urgente, recomenda-se retirar a vesícula biliar. Essa cirurgia é chamada de colecistectomia e também é indicada para casos não urgentes e assintomáticos, já que evita episódios de complicação futura e apresenta baixo risco.

Existe tratamento alternativo à cirurgia, realizado por meio de remédios que dissolvem os cálculos biliares. No entanto, essa modalidade pode demorar meses ou até anos para surtir efeito e grande parte dos pacientes volta a desenvolver o problema. Só é indicada em casos que a cirurgia seja contraindicada por questões médicas graves.

Profissional médico e operação 


O gastroenterologista pode recomendar a realização da colecistectomia. Existem duas principais formas com que essa cirurgia é feita. A primeira é a colecistectomia laparoscópica, que é realizada usando um tubo de visualização, chamado laparoscópio. Após incisões serem feitas no abdômen, o médico insere o laparoscópio. Com essas vias de entrada, é realizado o processo de retirar a vesícula.

Quando o paciente necessita de mais incisões, a cirurgia é realizada de forma aberta, ou seja, pelo corte abdominal. São igualmente benéficas, mas a segunda forma geralmente leva a um pós-operatório mais demorado.

Pós-operatório e cuidados


Por ser uma cirurgia de baixo risco, retirar a vesícula geralmente requer apenas um dia ou dois de internação. É indicado que, em primeiro lugar, após os primeiros dias de repouso, o paciente não permaneça muito tempo sentado ou deitado, realizando movimentos leves. Em segundo lugar, a partir de uma ou duas semanas, de acordo com a indicação médica, pode retornar às atividades diárias.

Não é necessária dieta especial, mas o paciente deve evitar, após a realização da cirurgia, uma dieta com muitas gorduras. Evitar frituras e alimentos como embutidos ajuda a prevenir que o problema se desenvolva novamente.

Viver sem a vesícula 


Retirar a vesícula não acarreta em prejuízos à saúde. Nesse caso, a bile produzida pelo fígado é expelida diretamente no intestino para auxiliar na digestão. Certamente, no início, é fundamental priorizar alimentos leves e pobres em gordura para auxiliar na normalização da digestão.

Após a adaptação, é importante focar em manter uma dieta saudável. Rica em fibras, frutas e legumes, pobre em embutidos, industrializados e gordurosos. Por outro lado, vale priorizar alimentos simples e completos, ricos em nutrientes, ajuda não só o intestino, como beneficia sua saúde em geral.

 
Então, agora você sabe a razão e como cuidar da pedra na vesícula. É por isso que sugerimos outro artigo que está interligado a esse tema. Leia sobre a pancreatite, outro diagnóstico de pacientes gastroenterológicos.
Este post possui 0 comentários.
ChaMup 21/08/2021 11:12:45

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Xeniatere 22/08/2021 09:47:51

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reephalse 25/08/2021 18:33:11

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Robertcoego 28/08/2021 09:25:03

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Robertcoego 29/08/2021 17:55:21

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artoncraftscn 30/08/2021 12:35:20

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Coin2xvox 05/09/2021 13:03:57

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KirkXnLRerpeedyrox 25/09/2021 07:02:46

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KirkXnLRerpeedyrox 25/09/2021 09:45:04

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GEDDIE79 08/10/2021 08:40:27

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Shermandep 17/10/2021 17:46:19

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contacthbvbsp 20/10/2021 17:07:16

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Shermandep 20/10/2021 22:48:56

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