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    A medicina a favor do paciente portador de Alzheimer


    Postado em 21/09/2019



    Na luta contra o Alzheimer, um bom tratamento é o grande aliado. Apesar de não existir cura para a doença, é possível conviver com ela por meio do uso de medicação e acompanhamento médico. Cuidados diários, carinho e muito amor da família é a receita infalível para lidar com essa doença, que tem como principal característica a perda de memória.


    Esse é o primeiro sintoma que se manifesta no portador do Alzheimer, que é uma doença neurodegenerativa. Ela causa a destruição progressiva e irreversível de neurônios, células responsáveis pelas funções do sistema nervoso. Além da memória, o paciente também sofre com a perda cognitiva.


    Neste post você vai aprender mais sobre a doença.


    Como acontece a doença?


    Ela começa quando o processamento de certas proteínas no sistema nervoso central para de responder da forma como deveria. Em função disso, surgem proteínas mal cortadas e tóxicas que se instalam dentro dos neurônios e nos espaços entre eles.


    Essa toxicidade compromete os neurônios sadios do hipocampo (que controla a memória), e do córtex cerebral (que controla linguagem, raciocino, memória, estímulos e pensamentos). Eles acabam aniquilados.


    Qual a causa do Alzheimer?


    Ainda é desconhecida, mas acredita-se que seja uma doença geneticamente determinada. Ela é a forma mais comum de demência em pessoas da melhor idade. No Brasil, aproximadamente 900 mil pessoas acima de 60 anos tem Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). Em todo o mundo, 15 milhões de pessoas são portadoras dessa doença incurável.


    Fatores de risco


    • Idade e histórico familiar: a demência é mais provável se tem algum parente com o mesmo diagnóstico.
    • Baixo nível de escolaridade: estímulos cerebrais criam conexões entre células nervosas, chamados de neurônios. Esses novos caminhos podem contornar lesões cerebrais e prevenir outras. Seria necessário perder muito mais neurônios para a demência acontecer.


    Sintomas do Alzheimer


    O mais conhecido por todas as pessoas e o primeiro deles é a perda de memória. À medida que a doença avança, outros sintomas surgem, como:


    • Perda de memória antiga.
    • Repetição de informação várias vezes.
    • Dificuldade para acompanhar conversas, encontrar palavras para expressar pensamentos e encontrar caminhos conhecidos.
    • Irritabilidade.
    • Agressividade.
    • Tendência ao isolamento.
    • Dificuldade para se orientar no espaço e tempo.


    O médico responsável por fazer o diagnóstico é um neurologista especializado na doença. Geralmente ele é feito por exclusão depois da avaliação de depressão, exames de laboratório com ênfase na função da tireoide e nos níveis de vitamina B12 no sangue.


    Estágios da Doença de Alzheimer


    A doença avança por vários estágios de forma gradual e degenerativa. Após o diagnóstico, o paciente vive, em média, 10 anos. No estágio um, que é a fase inicial, o portador apresenta alterações de memória, na personalidade e nas habilidades visuais e especiais. No estágio seguinte, que é moderado, o paciente tem dificuldades para falar, realizar tarefas do dia a dia e coordenar movimentos. Também pode ser acometido por insônia e irritação.


    Na fase três, que é considerada grave, o portador apresenta resistência na execução de tarefas diárias, incontinência urinária e fecal, dificuldades para comer e deficiência motora. No estágio terminal, que é a quarta e última fase, o paciente permanece imobilizado no leito, adquire muitas infecções e tem dor ao se alimentar.


    Tratamento


    O Alzheimer não tem cura, mas o portador deve fazer uso de medicamentos capazes de minimizar os distúrbios da doença e oferecer o mínimo de qualidade de vida. O amor e o carinho dos familiares também são fundamentais no tratamento do paciente com Alzheimer.


    Manter a mente ativa e ter uma vida social são as principais recomendações médicas para a sua prevenção. Além disso, é extremamente importante ter hábitos de vida saudáveis, como não fumar, praticar atividades físicas, ler, ter uma alimentação balanceada e não fazer uso de bebida alcoólica.


    Agora você já sabe um pouco mais sobre a doença, seus sintomas e fatores de risco. Que tal compartilhar este artigo com os seus amigos nas redes sociais?






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