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    Diagnóstico precoce pode curar o câncer de mama


    Postado em 01/10/2019



    Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), mais de 90% dos casos de câncer de mama podem ser curado se descoberto logo no início. Por isso é tão importante que a mulher conheça o seu próprio corpo. Ela pode detectar o aparecimento de qualquer anormalidade e procurar seu médico ginecologista ou um mastologista imediatamente. O autoexame, que consiste na observação e palpação das mamas, pode apoiar nesse sentido. Ele pode ser feito sempre que a mulher sentir-se confortável para isso.


    "Quanto mais cedo for descoberta a doença, maiores são as chances de cura, e com a necessidade de menos tratamentos. Na maioria desses casos, as mulheres passam por pequenas intervenções, sem remoção das mamas. O uso de tratamentos complementares, como a radioterapia e hormonioterapia, aumenta muito as chances de cura", afirma dr. Geraldo Felício, oncologista do Hospital Lifecenter.


    Tão importante quanto diagnosticar precocemente é prevenir o câncer de mama, que é o tumor maligno mais frequente em mulheres em todo o mundo e também no Brasil. Mudanças de hábitos, acompanhamento médico, realização de exames e conversar abertamente sobre esse assunto contribuem para isso.


    Apesar de o Outubro Rosa ser um movimento conhecido internacionalmente, falar sobre a doença ainda é muito difícil. Para ajudar a desconstruir esse medo, o INCA incentiva, neste ano, um diálogo aberto para tirar todas as dúvidas.


    Vamos falar sobre o câncer de mama? Confira toda as informações sobre a doença neste post.


    O que é o câncer de mama?


    É o crescimento desordenado de células anormais na mama. Esse crescimento pode se dar de forma lenta ou rápida.


    Fatores de risco do câncer de mama


    A idade é o principal fator de risco dessa doença. Mulheres entre 50 e 60 anos são mais suscetíveis ao câncer de mama. Mas a incidência dessa doença em mulheres mais jovens também tem chamado atenção. No Brasil, entre 4% e 5% dos casos está em mulher com menos de 35 anos. O histórico familiar também é um fator de risco que merece muita atenção.


    Outros fatores de riscos são:


    • Obesidade.
    • Sedentarismo.
    • Consumo de bebidas alcoólicas.
    • Uso de contraceptivo hormonal.
    • Não ter tido filhos.
    • Parar de menstruar após os 55 anos.
    • Primeira menstruação antes dos 12 anos.
    • Histórico familiar de câncer de mama em homens.
    • Exposição frequente a raio x.
    • Primeira gravidez após os 30.
    • Histórico familiar de câncer de ovário.


    Sintomas do câncer de mama


    Na maioria das vezes, o câncer de mama na fase inicial não provoca dor. Se no autoexame a mulher detectar qualquer nódulo rígido, que pode ser indolor, é recomendável que procure um ginecologista. A mama também pode apresentar inflamação, vermelhidão ou ferida no mamilo. Até mesmo secreção pode sair. Esses também são sinais de alerta para procurar o especialista.


    Diagnóstico


    O câncer de mama pode ser detectado por meio do autoexame e também pela mamografia. Segundo o dr. Geraldo, mulheres a partir de 35 anos devem fazer a mamografia periodicamente como forma de diagnóstico precoce. "Há um conceito popular de que mulheres mais idosas não precisariam realizar exames periódicos, mas lembramos que o risco do câncer aumenta com a idade, logo os cuidados devem se manter por toda a vida", destaca Geraldo Felício.


    Na presença de qualquer anormalidade, independentemente da idade, a mulher precisa procurar o ginecologista.


    Tratamento do câncer de mama


    É muito importante que a mulher faça acompanhamento regular para que a doença seja descoberta no início. A mamografia pode detectar tumores menores do que 1 centímetro. Quanto menor o tumor, maior a chance de cura, com menos tratamento.


    De acordo com as características do tumor removido, pode ser necessário realizar quimioterapia, hormonioterapia ou radioterapia, ou uma combinação de modalidades. "Para as mulheres que não conseguiram preservar a mama, existe a possibilidade de reconstruir o seio por meio de cirurgia plástica", comenta o médico.


    Prevenção


    Fazer o autoexame no dia a dia e a mamografia pelo menos uma vez por ano são formas de prevenir o câncer de mama. De acordo com o INCA, pode-se reduzir os riscos de se ter câncer de mama com a adoção de hábitos saudáveis, como atividades físicas, alimentação saudável e evitar o consumo de bebidas alcoólicas. "Também é importante evitar ou discutir bem os riscos e benefícios do uso de hormônios sintéticos com seu ginecologista, como anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal", destaca dr. Geraldo Felício.


    Ficou alguma dúvida sobre o câncer de mama? É importante que você também converse sobre esse assunto com outras mulheres e ajude a desconstruir o medo dessa doença.


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